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maio
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Do que bebemos e nos consome

O café de qualidade é um “blend”, mistura de grãos diferentes, amargos, suaves.

O champanhe, uma mistura de três tipos de uva: Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. Sua qualidade depende da quantidade de sol, de água, temperatura e pressão. Cada safra é única.

Também assim é a poesia: crônica, racional, passional, fermentada e amarga. E suave. Tudo ao mesmo tempo agora. E antes. E sempre. E além.

E nunca, jamais, duas iguais.

* Como o leitor pôde perceber, escrevi que não existem duas “poesias” iguais. Não se escrevem poesias e sim, poemas. Mas usei da liberdade poética. Achei que soaria melhor.

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2 Responses to “Do que bebemos e nos consome”


  1. maio 13, 2010 às 4:05 am

    Victor, certamente, há uma ligação gigantesca e misteriosa em tudo, como falamos hoje (aliás, foi uma das melhores noites do POLEM, na minha opinião).
    tanto o café, quanto a champagne, o vinho, que inspiram esse poeta aqui(e muuuuitos outros que vieram e virão), são uma boa metáfora pra poesia, pros poemas, pras poetagens que rolam por essa doida vida… e como teus poemas se comunicando com os meus, os do Marcelo, não são iguais, mas feitos do mesmo material.

    aliás todos somos feitos dos mesmos materiais, sem nunca sermos iguais. E assim, sendo.

    há braços e que a Força esteja com você!


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