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O homem que todos queriam ser

Sábado último. Grupo de amigos reunidos. A pergunta era: se você pudesse escolher ser outra pessoa que exista ou já tenha existido, qual pessoa você escolheria ser?

Resposta unânime: Leonardo da Vinci.

Leonardo foi, além de pintor, cientista, engenheiro, matemático, astrônomo,  inventor, anatomista, escultor, arquiteto, botânico, filósofo, poeta e músico.

Pintou o sorriso mais egnimático de todos os tempos, definiu as proporções do corpo humano, projetou veículos que só puderam ser construídos séculos depois. Veículos que nos alçariam aos céus e às profundezas dos mares. 

Não esteve apenas à frente de seu tempo. Esteve à frente de todos os tempos. Sabia que para os escolhidos não existe o impossível.

Nasceu filho ilegítimo de um notário e  de uma camponesa e reza a lenda que morreu nos braços do rei. Neste caso, não importa a verdade: foi, de qualquer maneira, muito mais importante que o rei.

Leonardo sonhou como os homens que realizam e realizou como os homens que sonham.

Deu ao mundo um novo significado à palavra renascimento. Um novo significado à palavra humano. E no último sábado, um novo significado à palavra unanimidade.

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4 Responses to “O homem que todos queriam ser”


  1. março 24, 2010 às 12:41 pm

    Leonardo da Vinci ainda foi retratado como a fada madrinha em uma adaptação mais humanizada da Cinderella. um que rolou com a Drew Barrimore (adoro ela).

  2. março 24, 2010 às 2:01 pm

    Sempre faço essa enquete, eu escolheria ser o Evandro Mesquita… hehe

  3. março 25, 2010 às 5:33 pm

    E eu, querido, queria ser Mona Lisa, para, mesmo sem muita beleza,e não ter o sorriso escancarado (dizem até que ela não tinha dentes!…), viver para a posteridade como a musa de um dos homens mais inteligentes (e interessante!) da história. Um beijinho saudoso.

  4. 4 Verônica Lopes
    abril 3, 2010 às 12:01 am

    Na verdade Leonardo da Vinci acreditava que o conhecimento provinha da experiência -o que vinha depois era sempre fruto de uma experiência boa ou ruim. O foco da vida era na capacidade do homem inventar.
    Ao meu ver, a experiência é necessária para podermos compor uma poesia, algum tipo de arte. Quando ela é boa, nos põe em igualdade com os deuses. Mas, quando é ruim, nos castra de tudo que deveríamos fazer. Só que aprendi a construir o conhecimento, a arte de escrever e de falar a partir da experiência ruim. Para mim esta seria a mais desafiadora arte!!!

    Grande abraço,
    Verônica Lopes.


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