06
set
09

carta a uma amiga

Sandra,

Vc me fez chorar com seu comentário. Nunca esqueça que você foi a primeira amiga a me acompanhar aos saraus de poesia e a acreditar em mim. Eu me sinto honradíssimo e sem palavras para expressar o que meu coração sente. É o máximo a que um artista pode almejar, tocar o outro profundamente. Estou tão feliz que dói. Você sabe que nunca foi fácil pra mim escrever. Hoje é muito pior, pois conheço a minha responsabilidade nessa história. Para mexer com o outro é necessário mexer comigo antes, e você sabe que eu sou um terremoto ambulante. Eu, que sempre tive medo do voo, agora que me joguei no abismo, sinto a vertigem fantástica da queda (que não deixa também de ser uma espécie de voo). Cair é voar também. Pelo menos até venha o baque do chão. Te amo!

Um beijo chorado do amigo,

Victor

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