Faz dois dias. Mas parece em outra vida. E foi.
Dez dias na África. Do Sul.
Primeiro Cidade do Cabo. Focas, pinguins, o teleférico esférico de Table Mountain. Azulões e preás, a vida nas alturas.
Joanesburgo. Animais selvagens. Presos. Entro na jaula do leao como se nunca durante toda a vida.
Depois, Kruger Park, Roça sem tv ou internet. Safári, dormir äs 9h, acordar äs 5h, tempo sincronizado, fome ancestral.
Mas foi numa parada que vi. Meninas negras dançando.Llindas. Turistas aplaudem, depois gritam. Por fim, descem do ônibus (ou do pesdestal?) e todos juntos. Comunhão. Sem cor, classe, língua.
Só a dança coletiva e tribal. Essência humana.
Querido Victor
Toda viagem tem dois lados : viajamos pra fora e pra dentro de nós .
E aprendemos . Apreendemos .
Foi isso que senti ao ler sua bela crônica , nos brindando com seu olhar
sobre as coisas comuns e incomuns da Africa do Sul .
Vc sempre sincero e amplo no texto e contexto . Parabéns !
Amo vc como sempre , como nunca !
Sandrinha Cirino
Bom saber/ler você. Andas fazendo falta rapaz.
Abração
Victor, querido, fazia tempo que não passava neste seu jardim: o jardim dos mini-contos, das reflexões, das poesias, das sensibilidades. Nossa, como gosto de te ler, amigo! Parece que estou desvendando tua alma. Tudo muito cristalino e verdadeiro … verdades sutis de uma alma que não se sabota, que se diz verdades, não escamoteia e que é cheia de poesia e encantamento. Amei entrar aqui novamente e compartilhar de teus pensamentos.
Um beijo grande. Sinto saudades
Marisa