É fato: a imensa maioria dos xingamentos se refere a sexo: cadela, piranha, galinha, viado, corno, filho da puta.
Numa sociedade repressora e mal-resolvida, a participante de um reality show, com um passado supostamente “duvidoso”, vira alvo de incandescentes discussões sobre a “decadência da sociedade”. Um deputado pseudo-moralista (perdão pela redundância, todos os moralistas são falsos de antemão) acusa a apresentadora que o entrevistava de não ter “ética” para questioná-lo, visto a própria ter revelado publicamente que já fizera sexo grupal. Grupos religiosos falam em “ofensa às leis de Deus” quando se discute a união civil dos homossexuais.
E assim seguimos…
Sonho chegar o dia em que não mais se confunda sexualidade com imoralidade, heterossexualidade com hombridade, repressão sexual com educação. O dia em que o sexo fique por baixo, o amor por cima e ambos caminhem lado a lado, de mão dadas.
Neste dia, com certeza, o ser humano estará no topo.
Tão fácil de entender, tão difícil de realizar. Quero – também, ver esse dia chegar.
É, o mundo está foda…
Acho curioso esse moralismo, repressão e mistério sobre uma coisa tão natural, parte fundamental do ser humano.
Talvez seja só medo.
E por que o medo?
Medo normalmente não tem muita razão.
“o padre na televisão diz que é contra a legalização do aborto/ e a favor da pena de morte, eu disse ‘não, que pensamento torto’/ E a pretexto de AIDS, aids… nunca se falou de sexo com tanta franqueza e confiança/ mas é bom saber o que dizer e o que nãod izer na frente das crianças” (caetano, “vamo” comer)
Zé Celso neles!
Victor, victor victor….
te ler é abrir os olhos! Mesmo os meus já abertos ficam mais focados.
saudades
mil
de
vc!
Victor, victor victor….
te ler é abrir os olhos! Mesmo os meus já abertos ficam mais focados.
saudades
mil
de
vc!
É estranho que o ser humano crie tantos tabus em cima de algo que é tão natural. E que os mesmos que dizem que “Deus é amor” queiram que o amor seja reprimido…
Victor, meu querido e amado amigo! Sempre faço uma espécie de catarse quando te leio. Nossa, esse textículo …(isso tá certo?!?) está tudo de bom! Um beijão